Isa Reis
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Psicologia do desenvolvimento
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Isa Reis

1. A idade adulta é uma nova etapa da vida, onde o jovem adulto é influenciado pelas vivências da infância e da adolescência. A nova etapa vai provocar no indivíduo a necessidade de aprendizagem e o desenvolvimento de novas competências a nível social, pessoal, emocional, económico e profissional.
Com o inicio da actividade profissional pretende-se que o jovem adulto desenvolva diversas competências, que lhe permitam exercer a sua actividade aplicando na prática os seus conhecimentos intelectuais e os adquiridos na sua formação académica, o seu envolvimento exteriorizado na sua forma de estar bem como o seu empenho serão fundamentais no que concerne a parte pessoal, a sua disponibilidade, a capacidade de aprender e de questionar a quem lhe vai ministrar a formação na sua nova função, estas competências são essências para o seu sucesso.
Ao desempenhar a sua actividade profissional terá de ter consciência e dominar as suas emoções na sua forma de se expressar, tem desenvolver e trabalhar a autonomia na vida pessoal e profissional para que obtenha a evolução e o crescimento enquanto pessoa e profissional.
Deverá fomentar as relações pessoais/profissionais, através do respeito, da tolerância, aceitar as diferenças e ter um espírito aberto à mudança e à diversidade de situações e alterações que tenha de viver no dia-a-dia. Tendo como objectivo o sucesso deverá criar planos de acção, estabelecer prioridades, tomar decisões e ser autónomo tendo sempre presente os valores, a ética o respeito por si e pelos outros pois estas competências vão permitir a sua valorização a nível pessoal e profissional. E para finalizar tendo em atenção ao mundo em que vivemos deverá ter sempre a disponibilidade para aprender, ter o espírito aberto à rotatividade e à mudança pois só assim poderá crescer e acompanhar o progresso e ao mesmo tempo promover a sua inclusão num mundo de diversidade e de mudança.
Isa Reis
FICHA DE LEITURA
Referência bibliográfica
MAIA, Joviane Marcondelli Dias e WILLIAMS, Lucia Cavalcanti de Albuquerque. Fatores de risco e fatores de proteção ao desenvolvimento infantil: uma revisão da área. Temas em Psicologia 2005 Volume 13 número 2 ISSN 1413-389X
SINOPSE
Foi criada em 1990 uma lei que visa proteger as crianças e os adolescentes, resumindo-se no seguinte: tanto é penalizado quem comete maus tratos como os profissionais que não procederem à sua denúncia.
Foi efectuado um estudo em que foram analisadas diversas literaturas bem com teses de diferentes estudiosos sobre os factores de risco e de protecção do desenvolvimento infantil. Sendo comum a todos que o ambiente de violência/pobreza em que as crianças e os adolescentes vivem contribui negativamente para o seu desenvolvimento, tendo consequências ao nível da cognição, linguagem, desempenho escolar, vida social e demonstração de afectividade. Estas vivências contribuirão para que num futuro próximo sejam essas mesmas crianças/ adolescentes a infringir a violência nos seus filhos ou companheiros/as. Pois está provado que a grande maioria dos que sofreram abusos (físicos, psicológicos ou sexuais) mais tarde poderão tornar-se em adultos violentos ou criminosos, aplicando a mesma violência a que foram sujeitos. As crianças e adolescentes que assistem a este tipo de violência necessitam de protecção, pois a qualquer momento poderão tornar-se nas próximas vítimas. Estas situações provocam sentimentos de medo, revolta, fragilidade, podendo conduzir a que os jovens enveredem pelo consumo de drogas, álcool e de criminalidade. O objectivo para os profissionais de educação é a prevenção, identificando os factores de risco para que a sua actuação seja eficaz na protecção das crianças e dos adolescentes.
Outras ideias relevantes
Violência física – actos em que a criança é sujeita sem forma de protecção, muitas vezes passando despercebida pois é frequentemente praticada em crianças de idade inferior a cinco anos e que não pode ser detectada pelos profissionais dado não frequentarem a escola;
Violência psicológica – é a mais complicada de ser detectada dado que as suas marcas são ao nível da mente, a criança vive aterrorizada, tem dificuldade em gerir os sentimentos, tem baixa auto-estima, insucesso escolar;
Violência sexual – é aquela em que os adultos utilizam as crianças para obter prazer sexual, podendo a mesma ser por contacto físico ou sem contacto físico, sendo sempre a mais usual com o contacto físico e a concretização do acto e a vitimização da criança ou adolescente;
Negligência – é quando se priva a criança/adolescente do que são considerados cuidados primários (alimentação, amor, segurança, vestuário, direito à educação, aos cuidados médicos);
Protecção ao desenvolvimento infantil – as crianças/adolescentes poderem ter um modelo a seguir, é o estabelecimento de regras de forma a evitar desvios para os caminhos menos indicados, é terem vinculação à família ou em caso da família ser problemática a um adulto, ou outro familiar que possa orientar e acompanhar de forma a permitirem que os seus sonhos se concretizem, que atinjam as suas metas/objectivos;
Palavras-chave
Resiliência – é um tema de interesse e pesquisa na psicologia para os profissionais que acompanham crianças e adolescentes vítimas de violência. A sua definição é feita a partir da compreensão e da interacção da criança/adolescente com o seu meio ambiente, implica o equilíbrio entre os factores de risco e de protecção. Sendo a capacidade de superar e de recuperar dos maus tratos;
Factores de protecção – oferecer condições de crescimento, de desenvolvimento, de apoio, de consolidação da criança e do adolescente em formação, podendo ser os pais, ou podendo ser substituídos por outro adulto (irmão, avó, professor);
Prevenção de problemas de comportamento – acompanhar, identificar e orientar;
Factores de risco – pobreza, alcoolismo, drogas, pais ausentes; pais agressores, meio ambiente em que estão inseridos;
Comentário
Este artigo, demonstra como infelizmente ainda existem muitas crianças/adolescente a crescerem e a desenvolverem-se em ambientes hostis em que não detendo o acompanhamento adequado, nem a sua interacção correcta com o meio ambiente podem ter comportamentos desviantes e que, por certo, irão levar ao uso de drogas, ao consumo do álcool e num futuro próximo tornarem-se agressores. Aqui podemos referenciar o papel importante que a vinculação e o equilíbrio psicológico assumem para o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes, pois a vinculação com a família ou outro adulto dá segurança no relacionamento com os pares e com a escola, é onde está o modelo é o denominado “porto seguro”, e em caso de algo correr menos bem, cuidam, orientam para que novamente entrem na estrada do seu desenvolvimento e crescimento. As autoridades a forma que encontraram para que os profissionais fossem mais proactivos na denúncia dos referidos casos foi penaliza-los caso os não reportassem, com o intuito da prevenção ao invés de tratar de casos consumados, sendo a prioridade a identificação dos factores de risco e da protecção ao desenvolvimento infantil. Mas penso que todos nós, podemos ter um papel activo, participando e ajudando famílias consideradas de risco e ajudar as nossas crianças/adolescentes a crescerem e a desenvolverem saudavelmente, e a tornarem-se nuns adultos compreensivos, responsáveis e sendo o amor visto como orientação e um mecanismo de sobrevivência.
Endereço do Voki :http://www.voki.com/php/viewmessage/?chsm=1a5ad2babae0b0bdcdd66d0f89630b06&mId=454503
Bibliografia
• Textos do tema 2: Desenvolvimento na Infância e Adolescência;
• Tavares José; Pereira Anabela; Gomes Ana; Monteiro Sara e Gomes Alexandra - Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem
• Maia Joviane e Williams Lúcia - Fatores de risco e fatores de proteção ao desenvolvimento infantil: uma revisão da área
Referência bibliográfica
MAIA, Joviane Marcondelli Dias e WILLIAMS, Lucia Cavalcanti de Albuquerque. Fatores de risco e fatores de proteção ao desenvolvimento infantil: uma revisão da área. Temas em Psicologia 2005 Volume 13 número 2 ISSN 1413-389X
SINOPSE
Foi criada em 1990 uma lei que visa proteger as crianças e os adolescentes, resumindo-se no seguinte: tanto é penalizado quem comete maus tratos como os profissionais que não procederem à sua denúncia.
Foi efectuado um estudo em que foram analisadas diversas literaturas bem com teses de diferentes estudiosos sobre os factores de risco e de protecção do desenvolvimento infantil. Sendo comum a todos que o ambiente de violência/pobreza em que as crianças e os adolescentes vivem contribui negativamente para o seu desenvolvimento, tendo consequências ao nível da cognição, linguagem, desempenho escolar, vida social e demonstração de afectividade. Estas vivências contribuirão para que num futuro próximo sejam essas mesmas crianças/ adolescentes a infringir a violência nos seus filhos ou companheiros/as. Pois está provado que a grande maioria dos que sofreram abusos (físicos, psicológicos ou sexuais) mais tarde poderão tornar-se em adultos violentos ou criminosos, aplicando a mesma violência a que foram sujeitos. As crianças e adolescentes que assistem a este tipo de violência necessitam de protecção, pois a qualquer momento poderão tornar-se nas próximas vítimas. Estas situações provocam sentimentos de medo, revolta, fragilidade, podendo conduzir a que os jovens enveredem pelo consumo de drogas, álcool e de criminalidade. O objectivo para os profissionais de educação é a prevenção, identificando os factores de risco para que a sua actuação seja eficaz na protecção das crianças e dos adolescentes.
Outras ideias relevantes
Violência física – actos em que a criança é sujeita sem forma de protecção, muitas vezes passando despercebida pois é frequentemente praticada em crianças de idade inferior a cinco anos e que não pode ser detectada pelos profissionais dado não frequentarem a escola;
Violência psicológica – é a mais complicada de ser detectada dado que as suas marcas são ao nível da mente, a criança vive aterrorizada, tem dificuldade em gerir os sentimentos, tem baixa auto-estima, insucesso escolar;
Violência sexual – é aquela em que os adultos utilizam as crianças para obter prazer sexual, podendo a mesma ser por contacto físico ou sem contacto físico, sendo sempre a mais usual com o contacto físico e a concretização do acto e a vitimização da criança ou adolescente;
Negligência – é quando se priva a criança/adolescente do que são considerados cuidados primários (alimentação, amor, segurança, vestuário, direito à educação, aos cuidados médicos);
Protecção ao desenvolvimento infantil – as crianças/adolescentes poderem ter um modelo a seguir, é o estabelecimento de regras de forma a evitar desvios para os caminhos menos indicados, é terem vinculação à família ou em caso da família ser problemática a um adulto, ou outro familiar que possa orientar e acompanhar de forma a permitirem que os seus sonhos se concretizem, que atinjam as suas metas/objectivos;
Palavras-chave
Resiliência – é um tema de interesse e pesquisa na psicologia para os profissionais que acompanham crianças e adolescentes vítimas de violência. A sua definição é feita a partir da compreensão e da interacção da criança/adolescente com o seu meio ambiente, implica o equilíbrio entre os factores de risco e de protecção. Sendo a capacidade de superar e de recuperar dos maus tratos;
Factores de protecção – oferecer condições de crescimento, de desenvolvimento, de apoio, de consolidação da criança e do adolescente em formação, podendo ser os pais, ou podendo ser substituídos por outro adulto (irmão, avó, professor);
Prevenção de problemas de comportamento – acompanhar, identificar e orientar;
Factores de risco – pobreza, alcoolismo, drogas, pais ausentes; pais agressores, meio ambiente em que estão inseridos;
Comentário
Este artigo, demonstra como infelizmente ainda existem muitas crianças/adolescente a crescerem e a desenvolverem-se em ambientes hostis em que não detendo o acompanhamento adequado, nem a sua interacção correcta com o meio ambiente podem ter comportamentos desviantes e que, por certo, irão levar ao uso de drogas, ao consumo do álcool e num futuro próximo tornarem-se agressores. Aqui podemos referenciar o papel importante que a vinculação e o equilíbrio psicológico assumem para o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes, pois a vinculação com a família ou outro adulto dá segurança no relacionamento com os pares e com a escola, é onde está o modelo é o denominado “porto seguro”, e em caso de algo correr menos bem, cuidam, orientam para que novamente entrem na estrada do seu desenvolvimento e crescimento. As autoridades a forma que encontraram para que os profissionais fossem mais proactivos na denúncia dos referidos casos foi penaliza-los caso os não reportassem, com o intuito da prevenção ao invés de tratar de casos consumados, sendo a prioridade a identificação dos factores de risco e da protecção ao desenvolvimento infantil. Mas penso que todos nós, podemos ter um papel activo, participando e ajudando famílias consideradas de risco e ajudar as nossas crianças/adolescentes a crescerem e a desenvolverem saudavelmente, e a tornarem-se nuns adultos compreensivos, responsáveis e sendo o amor visto como orientação e um mecanismo de sobrevivência.
Endereço do Voki :http://www.voki.com/php/viewmessage/?chsm=1a5ad2babae0b0bdcdd66d0f89630b06&mId=454503
Bibliografia
• Textos do tema 2: Desenvolvimento na Infância e Adolescência;
• Tavares José; Pereira Anabela; Gomes Ana; Monteiro Sara e Gomes Alexandra - Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem
• Maia Joviane e Williams Lúcia - Fatores de risco e fatores de proteção ao desenvolvimento infantil: uma revisão da área
Isa Reis

b) Desenvolvimento das Actividades do Manual:
1-O que explica os ritmos diferentes de desenvolvimento é a maturação que varia de espécie para espécie. Cada ser de acordo com a sua espécie até atingir as dimensões e características adequadas depende das condições e do meio que se encontra inserido sejam elas ambientais, culturais ou cognitivas. A maturação é o crescimento e o desenvolvimento cognitivo e biológico que cada espécie tem para atingir determinado estádio.
2-Os estudos de Goddard tentaram provar que a hereditariedade é determinante no desenvolvimento do ser humano, gerando bons ou maus indivíduos de acordo com os genes. No caso da família Kallikak sendo o pai comum deveria haver um meio-termo na formação dos indivíduos, mas Henry Goddard não teve em consideração o meio ambiente cultural e económico de cada mãe que na minha opinião marcou a diferença da formação dos indivíduos. O estudo de Goddard tinha como base os genes e a sua transmissão hereditária na formação dos indivíduos e foi essa teoria que ele teve em consideração no caso analisado da família Kallikak.
3-“Dêem-me um bebé e eu farei dele o que quiser, um ladrão ou um juiz, um pistoleiro ou um médico…” segundo Watson o comportamento é observável não considera o pensamento nem os sentimentos. A aprendizagem e o desenvolvimento do indivíduo tem a ver com o condicionamento clássico desta forma os homens são construídos, sendo o meio ambiente o responsável pelo seu comportamento, pensamento e forma de estar.
4-Os argumentos utilizados pelos defensores de hereditariedade seriam de que a genética da criança deveria ser inferior pelo que desta forma não permitiu a sua evolução. Já a posição dos defensores do meio ambiente seria que o isolamento condicionou a sua aprendizagem e a falta de socialização fez com que não tivesse um modelo para imitar, já que é na infância que ocorre uma maior facilidade de aprendizagem, interiorização de comportamentos e sentimentos. A cultura, o convívio e o relacionamento com o outro, contribui para a formação e a construção do homem, como o menino selvagem não usufruiu desse convívio, não evoluiu tendo adquirido os hábitos do meio ambiente em que vivia idênticos aos dos animais da floresta tendo sido essa a forma que o permitiu sobreviver.
5-Para mim o que tem mais influência no processo de aprendizagem é nurture, pois os factores biológicos, maturacionais, psicológicos, sociais, ambientais e históricos tem influência no desenvolvimento do homem, e eu acredito que a aprendizagem é adquirida ao longo da vida e que todos os dias contribuímos para o nosso conhecimento adquirido, sendo o indivíduo visto como uma unidade biopsicossocial.
6-a) Discordo -b) Concordo - c) Concordo muito - d) Discordo muito e) Discordo - f) Concordo
Bibliografia:
Tavares José; Pereira Anabela; Gomes Ana; Monteiro Sara e Gomes Alexandra em Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem – Porto Editora ano de 2007 – Capítulo 2
Isa Reis
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Resumo da página 34-42:
O desenvolvimento humano resulta de factores psicológicos, biológicos, sociais e culturais, estes factores iniciam-se na concepção e vão evoluindo ao longo do ciclo da vida, com vista a estruturar o pensamento e o comportamento que resultam de interacções. Estádio é um sistema interno com características próprias que determina a evolução de determinado indivíduo. Os estádios são interpretados de diferentes formas: “Crise” (Erickson); “Estrutura” (Piaget e Brunner), “zona de proximidade” (Vigotsky) e “zona erógena” (Freud), que permitem uma melhor integração do sujeito ao meio envolvente. A psicologia do desenvolvimento estuda o desenvolvimento humano, tem como objecto de estudo todas as etapas do ciclo da vida, o desenvolvimento dos processos psicológicos, biológicos e interactivos entre o indivíduo e o meio ambiente. Inicialmente debruçava-se sobre a infância e a adolescência mas presentemente é perspectivada desde o nascimento até à morte. O desenvolvimento humano é influenciado pelo meio e a hereditariedade. Mas existe uma abordagem maturacionista em que as características humanas apenas dependem dos genes actuando após o nascimento, sendo o conceito nature representativo desta corrente e onde o meio não é tido em conta. Os Behavoristas opõem-se a essa abordagem, e consideram o meio e a aprendizagem elementos principais para o desenvolvimento humano – nurture. O desenvolvimento humano está em constante modificação (sistema aberto), sendo o individuo uma unidade biopsicossocial.
As 4 teorias explicativas do desenvolvimento humano:
Psicanalítica – Esta teoria analisa o desenvolvimento humano segundo impulsos, motivações de origem inconsciente e irracional e segundos estádios, o principal responsável por esta teoria é Freud. Segundo Freud este desenvolvimento tem como base a evolução psicossexual do indivíduo com predomínio da zona erógena e afirma que é a infância a principal etapa do desenvolvimento da personalidade. Para o autor a sexualidade infantil é o conceito central, sexualidade essa que envolve todo o corpo e tendo em vista a obtenção do prazer com mesmo.
Behaviorismo – área do estudo do comportamento humano (estudada por Ivan Pavlov e mais tarde por John Watson), sendo que o comportamento é observável (não se tem em conta o pensamento). Esta teoria tem como base o conceito “Tábua rasa” de John Locke em que o indivíduo nasce sem ideias e concepções inatas, sendo o ambiente encarregado pelo “registo dos seus comportamentos, pensamentos e sentimentos”
Cognitivismo – teoria defendida por Jean Piaget em que se deve conhecer a estrutura da evolução do conhecimento (estruturalismo), ou seja um individuo quando nasce tem uma herança genética que permite a interacção com as experiencias que vai tendo ao longo da vida. Esta teoria psicobiológica interaccionista é um processo activo entre o organismo e o meio ao qual se denomina por adaptação, sendo o indivíduo o construtor da sua realidade e conhecimento (construtivismo). O indivíduo processa a informação através de esquemas mentais como a assimilação, acomodação e adaptação. O processo de equilibração procura estabelecer um equilíbrio entre o meio-ambiente e as estruturas mentais através de um processo cognitivo auto regulador. Outro seguidor desta teoria é Lev Vigotsky que formula a lei geral do desenvolvimento cultural onde se surge um conceito fundamental denominada zona de proximidade.
Humanista – esta teoria reforça o estudo da personalidade, maximiza o potencial do ser humano tendo uma relação com o existencialismo (área do saber da filosofia em que o individuo se rege pela liberdade e pela ética). Abraham Maslow defende que cada indivíduo tem uma necessidade de auto-actualização e desenvolvimento das suas potencialidades em função das suas necessidades.
Isa Reis
Um filme que me marcou foi o " Pianista" pela mensagem de esperança e sobrevivência do ser humano, e da sua capacidade de adaptação conforme o meio ambiente em que vive provocando a transformação no seu comportamento. E como o amor à música pode ser uma forma de sonhar e de se refugiar do ambiente violento em que se vive. O Homem é um ser inteligente mas pode-se transformar num monstro quando quer impor os seus ideais.
Isa Reis

A psicologia do desenvolvimento vai ser um alicerce para o um bom desempenho como Técnico de Educação, dado auxiliar a compreender os comportamentos, sentimentos do ser humano ao longo dos tempos bem como a sua evolução. Permite-nos conviver com a pluralidade e diversidade de raças, adequando a nossa forma de estar de acordo com o interlocutor que nos relacionamos por forma a provocar a integração e a compreensão das diferenças tentando estabelecer a harmonia e o acolhimento.
As minhas formas de trabalho:
Ø A forma como elaboro um resumo: efectuo a leitura do texto, releio e depois sublinho as ideias principais, registo nas margens indicações importantes e as palavras-chave, finalmente tento sintetizar por tópicos e vou registando as ideias essenciais.
Ø Ficha de leitura: retiro as ideias principais do texto, analiso e resumo por palavras minhas, identifico o livro, autores e data de publicação.
Ø Bibliografia: Contém as obras consultadas para elaborar determinado trabalho e devemos referenciar sempre a mesma,identificando o autor e o nome da obra dado não tirarmos o mérito a quem teve a ideia e a expôs
Ø As citações ou referencias de determinado autor deverão sempre ser postadas entre aspas para ficar explicito que estamos a citar/referenciar determinado autor
Ø Pesquisas na internet; devemos através do motor de busca pesquisar pelo tema pretendido ler e comparar com as diversas informações obtidas, seleccionar e recolher a informação transcrevendo com o nosso vocabulário referenciando sempre a fonte de consulta.
Isa Reis

A minha experiencia como estudante no decorrer da minha vida , iniciou-se na primária e atingi o 12º ano sem nenhuma repetição de ano, depois não entrei na faculdade e comecei a minha experiencia no mundo profissional mas tendo ficado um bichinho adormecido. Depois de uma pausa de 24 anos retomei os estudos e um sonho antigo. O processo de aprendizagem foi difícil no inicio mas tenho vencido as etapas com esforço. Organizo a minha semana de acordo com o plano de cada unidade curricular e todos os dias vou à plataforma consultar as unidades curriculares bem como as intervenções dos Colegas e Professores, tento cumprir os planos de leitura e esclarecer as dúvidas que surgem por leitura dos fóruns ou a abordagem directa aos Professores. A forma que avalio os conhecimentos adquiridos é pelas fichas formativas executadas bem como os e-fólios. Considero que o a forma de estar dos Professores, pelo seu incentivo e orientação são factores essenciais para o aproveitamento dos alunos.


